Aí está o que eles queriam: POR METADE NÃO PODIA SER! 28/01/2020 18:30 Geração Benfica


    O NGB sabe que o Sporting RECUSOU mais dinheiro de entrada (ou seja, acima do 55M) porque na totalidade iam ser menos de 65M... a tal pancada que eles têm com os 126M do João Felix.

    Por aqui se vê ao que está entregue o SportingCP... pouco importa se ganham menos dinheiro quando mais precisam, o importante é que ninguém possa referir que o Bruno Fernandes foi vendido por metade do João Felix (que na verdade só ocorre aquelas mentes retorcidas que têm os sportinguistas).

    Enfim... é triste ver o definhar do clube, mas ao que parece, cada um colhe o que semeia.

    Boa sorte Bruno, quando aos objetivos que o "Record" diz que são acessíveis:

    "Acho que os jogadores que chegam aqui acabam por regredir enquanto futebolistas e isto é, para mim, o aspeto mais preocupante. Podemos concordar ou discordar, mas o Alexis Sanchez era o melhor jogador da Premier League nos dois, três anos anteriores. Como podes passar desse nível para algo tão mau? Podes continuar a procurar mais nomes... Não consigo ver um jogador que tenha sido contratado nos últimos sete anos e que possamos dizer que tenha evoluído enquanto jogador. Quanto muito ficam na mesma.... Por isso, podemos falar de contratações, bem ou mal, mas temos de concordar que todos pensávamos que o Alexis seria uma brilhante contratação", começou por explicar à 'Premier League Productions'.

    Desportivo das Aves ... com novas asas? 28/01/2020 15:52 Geração Benfica


    "O Aves pode estar perto de mudar de dono, pelo menos é o que avançou a ‘Santo Tirso TV’ esta terça-feira. Segundo o mesmo órgão, ainda há um desentendimento entre a SAD e a Red Bull em redor de um milhão de euros.

    Esta possibilidade já não é nova, tanto que se ouviu tal hipótese pela Vila das Aves já desde os tempos de Luiz Andrade no comando da sociedade desportiva avense. Fonte do emblema avense contactada por Record disse não haver "nada de concreto"." - Record.

    Ninguém avisou a Red Bull dos sarilhos com a justiça em que o Aves pode estar metido? 

    Ou será que esta notícia tem segundas intenções...?

    A bem da verdade desportiva! 28/01/2020 11:48 Geração Benfica



    "Por outro lado, sentimo-nos obrigados a ter de falar sobretudo do VAR. O lance mais polémico terá sido, porventura, o golo de Pizzi anulado por fora de jogo. Em bola corrida dá a sensação de inexistência de qualquer irregularidade no posicionamento de Vinícius, que assistiu o nosso 21. A imagem parada pela Sport TV não motiva qualquer inflexão nessa perceção de legalidade do lance. Mais tarde, ficou-se a saber que o nosso avançado estaria supostamente em fora de jogo por quatro centímetros.

    Este lance e a forma como foi escrutinado motiva perplexidade. Não é claro que as linhas, para aferir a existência, ou não, de fora de jogo, tenham sido bem colocadas. Há dúvidas quanto ao posicionamento da linha no corpo do defesa pacense (no pé ao invés de no ombro, como no caso de Vinícius) e até do momento exato do passe. E frisamos novamente que o golo foi invalidado por quatro centímetros, quando a própria empresa fornecedora da tecnologia admite a necessidade de se considerar uma margem de erro de cinco centímetros na avaliação de foras de jogo.

    E depois houve o caso da grande penalidade por assinalar a nosso favor numa falta evidente sobre Rúben Dias.

    Todos vimos, em bola corrida, que Rúben Dias sofreu falta. As eventuais dúvidas foram, depois, dissipadas ao vermos as repetições do lance. Pensámos que o árbitro, talvez devido ao emaranhado de jogadores na área lhe obstruírem a visão do lance, não pudesse ver a falta, mas o VAR não deixaria de a indicar, pois todos a vimos.

    Soube-se posteriormente que "uma falha de gerador após quebra de energia impediu a utilização da tecnologia das linhas de fora de jogo entre 23:33 e 45:00+1 minutos do Paços de Ferreira-Benfica".

    Qualquer um destes casos contribui para a necessidade de reflexão sobre o uso da tecnologia do VAR, em particular os aspetos técnicos, o protocolo de aplicação e a uniformização dos critérios, para que não constatemos, como tem vindo a acontecer, que no deve e haver haja clubes com mais "sorte" do que outros. A bem da verdade desportiva!" - News Benfica.

    ---------------------------------------------

    Não passa pela cabeça de ninguém que este texto escrito por Pedro Guerra/Luis Bernardo não reflita a opinião da direcção do Sport Lisboa e Benfica.

    Como tal, não se entende como o SL Benfica não veio a público através de um seu dirigente tomar uma posição quanto ao Conselho de Arbitragem e aos critérios que transmite aos árbitros.

    É óbvio para todos que sem a tal "sorte" o FC Porto estaria a lutar com o Sporting pelo quarto lugar do campeonato.

    Deste modo, ou bem que se questiona directamente Fontelas Gomes e Paulo Costa ou então esta conversa de avençados na News Benfica não passará de areia para os olhos dos benfiquistas.

    Exclusivo: "Bem vindo a Lisboa...", por Rui Gomes da Silva 27/01/2020 10:00 Geração Benfica



    ANTES DE TUDO O MAIS ... EUSÉBIO E FEHÉR

    Eusébio e Fehér ... 25 de Janeiro!

    1942, 2004, 2020!

    Até na morte somos diferentes!

    A COMPETÊNCIA NA CAPITAL DO MÓVEL

    Vencemos, e bem, em Paços de Ferreira. 

    Na pior altura para os nossos rivais e adversários, apresentamos uma equipa afinada, e agora reforçada com um Rafa que parece regressar em grande forma.

    Mesmo que tenhamos lances que o VAR, até por 1 milímetro, nos anule um golo ou uma ocasião para tal, a equipa está confiante antes de mais em si própria e faz-nos acreditar de que vai superar qualquer coisa.

    Foi a melhor forma de iniciar a segunda volta.

    BEM VINDO A LISBOA

    Quando, na semana passada, escrevia um artigo para ser incluído num livro, a ser publicado, muito em breve, em homenagem a uma grande figura política e intelectual do pós 25 de Abril, decidi terminá-lo com uma citação do Conde de Lippe:

    “Bem-vindo a Lisboa, cidade onde o clero finge que reza, a nobreza finge que é nobre e o povo finge que é livre.”

    O Conde de Lippe (conde reinante de Schaumburg-Lippe de 1748 até à sua morte, em 1777), militar e político notável, chega a Portugal depois de ter sido convidado, em 1761, pelo Marquês de Pombal, para reorganizar o exército, tarefa que veio a assumir em Julho do ano seguinte, preparando Portugal, militarmente, para os conflitos que se seguiriam na nossa História.

    Lembrei-me dele porque o futebol português - sem grandes exceções - se assemelha muito a essa descrição de Guilherme de Schaumburg-Lippe.

    Também hoje, no futebol português, há quem finja que reza, quem finja que é nobre e quem finja que é livre ... 

    NÃO FALAR ANTES DE ACABAR A “JANELA” DE TRANSFERÊNCIAS DE INVERNO 

    Eu sei que alguns gostariam que me pronunciasse, antes, sobre o período de transferências de Janeiro.

    Compreendendo as razões de todos - as dos bem e, muito especialmente, as dos mal intencionados - aconselha a prudência que me abstenha de o fazer.

    Desde logo porque quer aqui, por escrito, quer oralmente, na TVI, já disse que opções tomaria, se fosse minha a última decisão!

    Mas não me peçam para escolher “por ele”, para depois - como habitualmente - a culpa ficar solteira!
    Por mim, a defesa dos interesses do Benfica está primeiro!

    O mercado fecha a 31, pelo que, na próxima semana cá estaremos para falar sobre isso.

    OS FINGIDORES ... EM PREJUÍZO DO BENFICA

    Voltemos, por isso, aos “fingidores”, a quem finge sentir o que não sente, dizer o que não pensa, querer o que não quer!

    Há, neste futebol português, uma falta de liberdade que o vai tornando cada vez mais viscoso, pegajoso, lamacento!

    Encontramos, a cada passo, verdades encomendadas por interesses que nada têm a ver com os clubes - no que a mim diz respeito, do Benfica - que “no fim dia” - nos irão impedir de continuar a ser grandes na Europa.

    Eu percebo que eles tenham como única preocupação ganhar dinheiro!

    Dinheiro de comissões, dinheiro de percentagens (mesmo que proibidas pelas leis e regulamentos em vigor), dinheiro de participação nos negócios, dinheiro de partilha de riscos!

    Dinheiro de percentagens em transferências, dinheiro de percentagens em renovações, dinheiro de percentagens em alterações de cláusulas aumentadas (que sabemos nunca irem ser respeitadas), dinheiro para cobrir propostas que nunca existiram, dinheiro para tudo e para todos ... excepto para os clubes!

    E se - no limite - ainda podemos admitir que essa seja a dura realidade com que temos que conviver, pelo menos não acreditemos em tudo o que nos anunciam!

    OS MENSAGEIROS DAS “BOAS NOVAS”

    Num mundo de comunicação, podemos pouco contra quem tem muito dinheiro - dado por quem manda nos clubes - para pagar a todo um tipo de comunicadores que nos impingem o que interessa a quem ganha muito dinheiro ... com as “vendas”!

    O que não podemos é sermos nós não só os crentes dessas mentiras como os financiadores dessas notícias!

    O problema agrava-se quando alguém não só deixa de estar do lado contrário como anuncia ser “parceiro estratégico” de quem só tem uma objetivo: ganhar dinheiro à conta dos clubes!

    CLUBES POBRES, JOGADORES RICOS, EMPRESÁRIOS MUITO RICOS

    Porque essas parcerias acabarão com as nossas veleidades de voltarmos a ser grandes na Europa!

    Retenhamos um exemplo!

    Nunca se questionaram porque é que os que hoje se desdobram em justificações para a inevitabilidade das saídas de Gédson e Florentino, por exemplo, no Benfica, serem os mesmos que no passado recente clamavam por oportunidades para os mesmos, a titulares?

    Ninguém se deu ao trabalho de perguntar por que é que o que, até aqui, era a base de um título europeu, ao virar da esquina, porque a promessa era a de o sermos só com a “Formação”, agora tem de ser vendido a todo o custo, para abrir lugar para as novas aquisições?

    Porque ou nos mentiram antes - ao valorizar o que não tinha assim tanto valor - ou nos andam a vigarizar agora, para todos ganharem o “seu”!

    Sabem o que eu acho?
    Exatamente o mesmo que vocês!!!

    O BENFICA (NÃO) PODE DEIXAR DE SER “NOSSO”

    Mas ... se isto continuar, um dia ... acordaremos sem equipa, sem clube, sem maioria na SAD, ... sem nada!

    Restará a uns a consciência tranquila de tudo terem feito para que não acabássemos assim!

    Restará a outros a reafirmação da ingenuidade na exata medida em que julgavam estar a apoiar um futuro melhor e foram enganados!

    Mas ... nesse momento, la estarão os avençados de sempre a dizer que, se calhar, o melhor para o Benfica é ser assim, ... que ninguém sabe se o outro caminho levaria a algum outro lado, se ... se ... 
    se ...

    E nós, na ânsia de não sermos contra quando estamos a ganhar - porque se estamos é sinal de que tudo está bem - e de não sermos contra quando perdemos - porque é nesse momento que mais precisamos de unidade - haveremos de perceber que um dia, nem cantar “o Benfica é nosso” nos deixarão, quanto mais exercer o poder de quem tem o direito de querer que o BENFICA seja nosso e não apenas de alguns!

    Percebem agora a semelhança?

    “Bem-vindo a Lisboa, cidade onde o clero finge que reza, a nobreza finge que é nobre e o povo finge que é livre.”

    EM TEMPO

    O Porto perdeu Taça da Liga ... Sérgio Conceição vai ter que sair ...

    Pergunto eu: alguma alteração substancial em relação ao que todos pensávamos poder vir a acontecer?

    Paços de Ferreira 0 - 2 Benfica: Não Recuamos Nem 4 Centímetros! 27/01/2020 02:25 RedPass

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    Diz o GPS que são 682 quilómetros passados na estrada num só domingo para ir de casa a Paços de Ferreira ver o Benfica e regressar. É uma viagem repetida, já fui à Capital do Móvel várias vezes noutros anos e à medida que a idade avança torna-se cada vez mais complicado explicar o que nos move nestas maratonas só para ver um jogo de futebol.

    Acordar cedo num domingo, pensar no local onde se almoça, chegar lá a horas, enfrentar nevoeiro denso que nos lembra outras viagens bem menos agradáveis, parar o carro ainda longe do estádio, passar pelas condições miseráveis de entrada no recinto, ficar numa bancada descoberta e sempre com ar de provisória. Nada disto parece apetecível. Mas depois, já no lugar atrás da baliza ao vislumbrar aquelas camisolas vermelhas de mangas compridas a entrarem no verde relvado do outro lado do estádio, começar a identificar os jogadores um a um, esboça-se um sorriso e pensa-se com orgulho, ora aqui está a razão para estar às 17 horas de dia 26 de Janeiro a 341 quilómetros de distancia da minha casa. 

     

    O almoço é um pretexto para nos juntarmos com outros benfiquistas, colocar as conversas e discussões em dia e, claro, comer bem. Desta vez, fomos ao Telheiro em Paços de Ferreira. Comeu-se bem mas não foi inesquecível. Lá está, valeu mais pelo convívio do que pela gastronomia.

    Na bancada mais reencontros. Recordar outros tempos, outros jogos, outras histórias e o tempo passa mais depressa. De repente, já estamos na hora de começar o jogo. A mesma rapidez com que a noite cai sobre o Estádio Capital do Móvel. O cenário das casas estendidas pelo cenário verde visível para lá das bancadas deu lugar ao escuro e ao frio do norte. 

    Começava assim a 2ª volta do campeonato, num terreno de uma equipa que luta para não voltar para a 2ª divisão e que não perdia, nem sofria nenhum golo há quatro jogos. 

    O Benfica vinha de uma magnifica série de 17 triunfos seguidos fora da Luz a contar para o campeonato. Queria dar seguimento à vitória no derby e começar a segunda metade da Liga NOS da melhor maneira à procura de fazer o que tem feito sempre nos últimos anos, uma segunda metade de temporada melhor do que a primeira. 

    Um Benfica na máxima força sem lesões a atrapalhar. Rafa começa como titular, Chiquinho foi para o banco. O efeito de Alvalade manteve-se na exibição de Rafa. Exibição autoritária do Benfica de olhos postos na baliza do Paços e com pressa de chegar à vantagem.

    Dois topos do estádio vestidos de vermelho a gritarem Benfica de um lado para o outro, uma equipa empolgada com o apoio, qualidade individual e colectiva. O Benfica a ameaçar fazer o 0-1 até que Vinicius descobre Pizzi na área e festeja-se o primeiro golo. Sentimento de alivio por ver a bola lá dentro e logo a seguir o mundo parado porque a equipa de arbitragem acha que é fora de jogo. Corrida aos telemóveis para consulta ao público do sofá. Várias respostas a dizer que é impossível ser fora de jogo. A decisão é tomada pelo árbitro, fora de jogo. Revolta na bancada. Ninguém fica convencido. Vem a explicação por sms: está adiantado 4 centímetros. QUATRO CENTÍMETROS?!? Isto é brincadeira. 

    Então mas a empresa que fornece a tecnologia do VAR não disse que há uma margem de erro de 5 centimentros? Andamos a anular golos por supostos 4 centímetros? 

    Ok, isto noutros tempos seria um duro golpe e podia trazer desconfiança à equipa e às bancadas. Mas não a este Benfica das 17 vitórias seguidas fora de casa. Começamos tudo de novo. Apoio na bancada, paciência na circulação de bola, procura dos craques que podem resolver isto e aparece Rafa, pois claro. Entrada em corrida na área, viragem à esquerda, para o lado de dentro sem fazer sinal, jogador do Paços ultrapassado e na cara do guarda redes remate certeiro com pinta de interrogação: e agora também faltam 4 centímetros ou já podemos festejar?

    Rafa é que é o verdadeiro campeão de inverno, o seu regresso é um reforço notável para equipa. 

     

    Ao intervalo voltámos ao tema VAR. Então conseguiram ver os 4 centímetros e sobre uma falta sobre Rúben Dias na área não houve análise? Parece que as comunicações do VAR não funcionaram durante 22 minutos. Para nosso azar, estavam óptimas no golo anulado e inexistentes no penalti sobre o Rúben. Ai futebol português...

     

    Era preciso fazer mais e aumentar o resultado na 2ª parte para ficarmos a salvo de surpresas indesejadas. A atacar para a nossa baliza, à semelhança do que acontece nos jogos da Luz, o Benfica pressionou e chegou mesmo ao 0-2. Desta vez, Rafa ofereceu o golo a Vinicius e em pouco tempo ficam com as contas mais equilibradas entre ofertas para golo na dupla de avançados. 

    Depois, foi tempo de Odysseas brilhar, já o tinha feito na 1a parte com uma grande defesa junto ao poste esquerdo e voltou a estar bem numa bola rasteira. Estamos em plena 2ª volta do campeonato e Odysseas sofreu 6 seis golos. Em 13 jogos não sofreu nenhum. Que época!

    Confortáveis com o resultado e com menos bola foi possível perceber que Ferro voltou ao seu melhor. Cervi continua em alta rotação, Gabriel voltou a encher o campo e Weigl... Bem, Weigl precisa de um espaço só para si.

    Quando voltamos a pensar o que nos pode ainda motivar para ir ver jogos destes ao vivo temos que juntar à lista esta opção: ver Julian Weigl ao vivo. 

    Tive a felicidade de ver os quatro jogos de Weigl nos estádios e vou afirmar isto sem hesitar: o alemão é um jogador de se ver na bancada. Não é jogador de televisão nem resumos. Tem que ser visto ao vivo. Não é pelos 90% de acerto de passes, é pelo posicionamento, pelo equilíbrio que dá com e sem bola, é pela leitura de jogo e por vê-lo a quebrar linhas de passe imaginárias em série. Foi o melhor em campo, é um reforço brutal para o futebol do Benfica. E depois tem aquele sorriso desarmante na hora de festejar o segundo golo a olhar para a nossa bancada. 

     

    O tempo passa, o Benfica está a ganhar, está confortável no jogo, entram Adel e Seferovic e sente-se que vem aí mais golo. Só não aconteceu porque o suíço resolveu homenagear Bryan Ruiz em vez de ter feito o 0-3. Prefiro golos, Sef. 

     

    A naturalidade com que a equipa assume a responsabilidade de ganhar sem facilitar, de somar novos registos e recordes a uma caminhada épica deixa-me muito motivado para o que falta desta maratona. 

    A despedida à equipa a pedir o 38, os agradecimentos dos jogadores com aquele sorriso do dever cumprido, a ligação bancada - relvado é o que nos dá força para uma pequena seca ao frio para sair daquela miserável bancada e percorrer a pé mais de um quilometro até ao carro. A viagem de regresso é feita com o mesmo entusiasmo. Porque o segredo destas jornadas está no benfiquismo que une cada um dos passageiros. Mais velhos, mais novos, homens, mulheres, todos unidos pelo amor a um clube. As horas passam rápido porque é uma excelente maneira de colocar a conversa em dia. 

    Uma merecida paragem no Manjar do Marquês, em Pombal para o último prazer do dia, comer aquele arroz de tomate com filetes, panados ou pasteis de bacalhau. Depois até casa é um instante. 

    Chegar a casa com sentimento do dever cumprido e pensar: tenho de voltar a ver o Weigl a jogar. 

    Que tempos maravilhosos para se ser do Benfica. Mais uma viagem, mais um capítulo de benfiquismo preenchido de forma riquíssima neste longo livro que vamos escrevendo enquanto cá andarmos. E que nunca tenhamos como certo o dia de amanhã nem o sucesso do Benfica. É preciso aproveitar todos os novos dias, como se percebe com o chocante desaparecimento do lendário Kobe Bryant e é preciso lutar pelo Benfica bem sucedido. Todos os dias enquanto cá andarmos. 

    Consolidação 26/01/2020 22:24 Tertulia Benfiquista

    Mais uma vitória fora de casa obtida de forma inquestionável e alicerçada sobretudo numa primeira parte de grande qualidade, e de grande importância na consolidação da liderança. Não houve qualquer tipo de relaxamento e voltámos a encarar o jogo e o adversário com a máxima seriedade, o que tem sido uma das chaves para a sequência de bons resultados.

     

     

    É de assinalar que, apesar do jogo ser disputado longe da Luz, o Benfica jogou literalmente em casa pois as bancadas estavam preenchidas de vermelho. Houve uma mudança no onze, não muito surpreendente, com o Rafa a entrar para o lugar do Chiquinho. O Benfica entrou a todo o gás, apostado em marcar cedo, contra um Paços extremamente aguerrido que tentava pressionar alto e disputar cada bola como se fosse a última. Mas cedo as ocasiões de golo se começaram a acumular para o lado do Benfica, enquanto que o Paços só conseguia ter posse de bola em zonas mais recuadas e quase nunca conseguia incomodar o Vlachodimos. Um livre do Grimaldo deu início às hostilidades, obrigando o guarda-redes do Paços a uma defesa apertada para canto. Na sequência do mesmo, o Vinícius cabeceou à barra. A pressão do Benfica inevitavelmente acabou com o Pizzi a introduzir a bola dentro da baliza do Paços, aos dezoito minutos, mas o lance acabou por ser anulado após revisão do VAR. Percebemos depois que foi por uma suposta posição irregular do Vinícius, que fez o passe para o golo, de 4 centímetros. É simplesmente absurdo, porque uma margem destas torna a coisa aleatória. Basta parar a imagem um centésimo antes ou depois para ser posição irregular ou não. Este tipo de lances vai completamente contra o que deveria ser o espírito do VAR, e só ajuda a matar o futebol. Enfim, o Benfica não abanou e continuou a procurar o golo que já justificava. O Rafa ia conseguindo encontrar espaço entre a defesa e o meio campo do Paços e era uma ameaça constante, e foi mesmo ele quem começou a desatar o nó. A cinco minutos do intervalo, um bom passe do Rúben Dias lançou-o em direcção à baliza e depois ele com o pé direito tirou um defesa do lance e com o esquerdo rematou para o golo. Um pormenor muito interessante no lance é a movimentação do Pizzi, a fugir para a linha e a arrastar o lateral com ele de forma a abrir o espaço entre este e o central por onde o Rafa entrou. Antes do intervalo ainda poderíamos ter chegado ao segundo golo, que só foi evitado por uma excelente defesa do guarda-redes a um remate do Pizzi.

     

     

    Entrada na segunda parte a matar, para chegarmos cedo ao segundo golo. Canto conquistado logo no primeiro minuto, e quando o Paços tentou sair para o ataque na sequência deste a bola foi recuperada e o Ferro fez um lançamento longo para as costas da defesa, para o inevitável Rafa. Progressão pela direita e cruzamento rasteiro para o Vinícius encostar para o golo. Tudo simples e eficaz. Minutos depois o Benfica voltou a introduzir a bola na baliza do Paços, pelo Vinícius depois de um excelente passe do Weigl, mas o golo foi novamente anulado por posição irregular do nosso avançado. Depois disto fiquei com a sensação que o Benfica optou claramente por gerir a vantagem e o jogo. O Paços nunca baixou os braços e continuou a ser uma equipa aguerrida na procura de um golo que lhes permitisse voltar à discussão pelo resultado, mas o Benfica controlou o jogo com relativa facilidade. Apesar da maior posse de bola, creio que não estarei enganado se disser que não só o Paços não conseguiu criar uma única ocasião de perigo como nem sequer terá chegado a rematar à nossa baliza até ao final do jogo - só me recordo de um único remate do Paços na segunda parte, na sequência de um canto, por volta dos cinco minutos. Para o quarto de hora final o Benfica optou por colocar um terceiro médio em campo (Taarabt) por troca com o Pizzi, o que nos permitiu ter um pouco mais de posse e também reaproximar-nos na baliza adversária. Pouco depois fizemos uma troca directa de avançados, entrando o Seferovic para o lugar do Vinícius. Isto na prática resultou num momento Bryan Ruiz por parte do Seferovic, que depois de um cruzamento do Grimaldo na esquerda (desmarcado por um grande passe do Gabriel), completamente sozinho e a um par de metros da linha de golo, enviou a bola para a bancada.

     

     

    Melhor do Benfica, outra vez o Rafa. Marcou o golo que inaugurou o marcador e fez a assistência para o segundo, o que já seria mais do que suficiente. Mostrou ser a opção certa para a posição de segundo avançado, e a sua velocidade e mobilidade permitem-lhe explorar os espaços que se vão abrindo nas costas dos médios mais recuados. Vinícius também muito bem, a fazer o tipo de movimentações que víamos o Seferovic fazer a época passada, com mais um golo para a conta pessoal e uma assistência que lhe foi retirada por quatro centímetros. Mas no geral acho que toda a equipa fez uma exibição sólida, confiante e equilibrada.

     

    O Paços é uma equipa que luta pela permanência e o Benfica entrava neste jogo confortavelmente instalado no topo da tabela. Mas este jogo era particularmente importante. Primeiro, porque não queríamos desperdiçar logo na jornada seguinte a vantagem que alcançámos na anterior. E depois porque, face à situação conturbada que o Porto atravessa neste momento, a última coisa que interessava era perder pontos e assim dar um novo fôlego ao nosso perseguidor mais directo. Assim sendo, missão totalmente cumprida.

    Os 65 como os 22... 26/01/2020 21:39 Geração Benfica

    Não me vou hoje dedicar á vitória do SLBenfica... pois acho que fizemos um jogo brilhante, mas para a generalidade dos adeptos, um jogo só é brilhante quanto mete goleadas e jogadas artísticas. Por isso passo de falar sobre isso... que falem os entendidos.

    O que sim quero falar, porque me acabam de referir que tem a ver com o SLBenfica, é da transferência de Bruno Fernandes.

    Segundo alguém muito próximo do processo, o SportingCP RECUSA-SE vender o jogador por um valor igual ou inferior aos 60M por isso representar metade da venda do João Felix. Eu sei, é absurdo, mas infelizmente é nisto que se transformou o eterno rival do SLBenfica. É triste!

    Foi também este o princípio que levou a actual direção a impor manter a farsa dos 22 título ao invés dos reais 18. Segundo um dos mais influentes dirigentes de Varandas, é importante manter essa narrativa, para que ninguém utilize o tema para dizer que o SLBenfica tem mais do dobro de titulos que o SportingCP.

    Eu sempre fui educado a respeitar o SportingCP e sempre preferi um titulo do SportingCP do que do FCPorto, mas este tipo de postura, levam-me a lamentar no que tornaram aquele clube em modo de auto-destruição.

    Da mesma forma que o Belenenses joga hoje nos Distritais e o Estrela da Amadora desapareceu, temo que o Sporting em três-cinco anos termine um clube de meio da tabela antes de começar uma vertigem que os vai arrastar para o fundo de forma irremediável.

    Muitos benfiquistas poderão divertir-se ou ignorar isso... mas eu acho triste e lamentável ver desaparecer o rival de sempre do meu clube porque a mentalidade retrograda e diminuída o destruiu.

    Paços de Ferreira - SL Benfica 26/01/2020 16:41 Geração Benfica

    ONZE DO SL BENFICA

    Odysseas, André Almeida, Rúben Dias, Ferro, Grimaldo, Gabriel, Weigl, Pizzi, Cervi, Rafa e Vinícius.

    Suplentes: 

    Zlobin, Tomás Tavares, Jardel, Taarabt, Chiquinho, Jota e Seferovic.


    Vamos ganhar e rumo ao 38? 😁

    P. Ferreira vs Benfica - Liga NOS - 18ª Jornada. 26/01/2020 15:46 O Belo Voar da Águia


    P. Ferreira  0  *  2  Benfica
    .
    Árbitro:- Manuel Oliveira ( AF Porto )
    Árbitros assistentes:- Pedro Ribeiro * Tiago Leandro
    Árbitro (4º):- Pedro Campos
    Var/Avar:- Bruno Esteves * Venâncio Tomé
    Delegados:- Carlos Carmo * Nuno Carvalho
    Observador:- Célio Ferreira

    Transmissão:- Spottv1

    Constituição das equipas:
    .
    P. FERREIRA: Ricardo Ribeiro; Jorge Silva, Baixinho, André Micael e Oleg Reabciuk; Eustáqui e Diaby; Hélder Ferreira, Pedrinho e Adriano Castanheira; Douglas Tanque.

    SUPLENTES P. FERREIRA: Bertelli, Bruno Teles, Uilton, Vasco Rocha, João Amaral, Marcelo e Murilo.
    ...
    BENFICA: Vlachodimos; André Almeida, Rúben Dias, Ferro e Grimaldo; Pizzi, Weigl, Gabriel e Cervi; Vinícius e Rafa.

    SUPLENTES BENFICA: Zlobin, Jardel, Tomás Tavares, Taarabt, Chiquinho, Jota e Seferovic.
    16:56

    Marcaram:- Rafa, 42m; Carlos Vinicius, 47m
    .
    Estou desejoso que chegue o jogo no dragão. Bebo um Whisk duplo se o Benfica ganhar.

    Carrega Benfica rumo ao 38º

    Os "leaks" e a.... "louca" 25/01/2020 19:50 Geração Benfica


    A "louca" voltou à prisão para defender o seu "criminoso de estimação"... Aproveitou desta vez para citar o Shadows e lançar mais um soundbyte: "Uns leaks são bons para investigar. Outros, que o Rui Pinto expôs, não".

    O que a "louca" não entendeu quando o Shadows falou n'Os Leaks selectivos foi que uma coisa são "leaks" (vulgo, informação relevante legalmente obtida e voluntariamente divulgada) e outra coisa são CRIMES DE ROUBO de informação com proveito próprio e/ou de terceiros.

    Num "leak", o crime é a divulgação não autorizada que ocorre sempre sem motivos de proveito económico, empresarial, político ou social. Por isso o termo em inglês de whistleblower, ou seja, alguém que tem acesso legal a informação e a divulga por representar algo legalmente relevante em termos economicos, por exemplo.

    O que o seu "criminoso de estimação" fez foram CRIMES DE ROUBO DE INFORMAÇÃO! O pobre coitado (para esta "louca") o que fez foi VIOLAR sistemas informáticos em busca de informação que ele (e/ou terceiros como o Jota Marques) pudessem truncar, adulterar e divulgar em proveito de terceiros, mesmo que não constituam quaisquer crimes e muito menos indícios de interesse público que, que se saiba, os tribunais ainda não nomearam a "louca" o "criminoso de estimação", o "Jota" ou outro qualquer acéfalo como orgãos judiciais legítimos para julgar o interesse público ou a existência ou não de crimes.


    Se este rapaz quisesse (e não quer) ser realmente um whistleblower, disponibilizaria (como fizeram Snoden o Assange - sem com isto julgar a sua legitimidade) todo o material que tem ao seu dispor, sem quaisquer reservas.

    E sabem porque não o fez? PORQUE SEJA O QUE FOR QUE TENHA, OBTEVE DE FORMA ILEGAL E CRIMINOSA