Paços Ferreira 1-5 Braga: Baixinho ficou, Pedrinho errou e Paulinho agradeceu. Três vezes sapo.pt 10/07 - Sexta, às 22:22

    Noite perfeita de Paulinho na Capital do Móvel. O avançado português fez um hat-trick e assistiu Ricardo Horta para o quatro golo do SC Braga, na goleada ao Paços de Ferreira por 5-1, no jogo que fechou a ronda 31 da I Liga. Galeno fez o outro tento dos arsenalistas, Zé Uilton o tento de honra dos 'castores'. Com a vitória, os minhotos continuam na perseguição ao Sporting, 3.º colocado com mais três pontos. Os 'castores' mantém os 34 pontos, no 13.º posto, pelo que vão continuar a sua luta pela manutenção.

    Já sabendo das vitórias do Sporting, 3.º com 59 pontos, e do Rio Ave, 5.º com 50, o SC Braga sabia que não podia escorregar mais na luta pelo terceiro lugar, sob pena de ficar pressionado pelos vila-condenses.

    E melhor entrada não podia ter: ainda não se tinha jogado o primeiro minuto de jogo (58 segundos) e já havia penalti para os minhotos. Pedro Amador centrou para a área, Paulinho envolveu-se com Oleg, o árbitro Carlos Xistra considerou que houve falta do lateral pacense. Paulinho não tremeu e, com toda a calma, enganou Ricardo Ribeiro e fez o 1-0.

    O golo deixou o SC Braga mais 'solto' e menos pressionado, a jogar com o resultado e a ver como o Paços de Ferreira reagia. Mas a capacidade técnica e os movimentos dos jogadores arsenalistas iam fazendo a diferença em campo, como se viu aos 11 minutos: Paulinho serviu Fransérgio, o ex-Marítimo lançou logo para Ricardo Horta que entrou na defensiva pacense e atirou para uma grande defesa de Ricardo Ribeiro.

    Quatro minutos depois, nova intervenção do guardião pacense, agora a negar o golo a Palhinha em duas ocasiões, no mesmo lance.

    Só depois dos 20 minutos os de Pepa reagiram: primeiro por Stephan Eustáquio, num remate já dentro da área para fora, após canto estudado. Aos 24 é Douglas Tanque a tentar o golo da noite, um pontapé de bicicleta que saiu ao lado.

    Só que, antes do intervalo, os homens de Artur Jorge iriam deixar o jogo quase resolvido, com dois golos em quatro minutos. O primeiro, numa grande penalidade convertida por Paulinho aos 34 minutos (voltou a enganar Ricardo Ribeiro), depois de Carlos Xistra considerar mão na bola de Marcelo após centro de Trincão. O defesa dos 'castores' tinha o braço ligeiramente aberto mas não tinha como evitar o contacto, já que o cruzamento foi feito muito em cima.

    Se estava difícil para o Paços de Ferreira, pior ficou aos 38 quando a equipa errou na saída de bola e, Pedrinho, na tentativa de atrasar ao seu guarda-redes, entregou o esférico a Paulinho. O avançado português contornou Ricardo Ribeiro e rematou para o fundo das redes, fazendo assim o seu hat-trick no jogo, o 17.º na Liga, igualando assim Carlos Vinícius na lista dos melhores marcadores.

    No arranque do segundo tempo Pepa fez várias alterações na sua equipa, na tentativa de resgatar a equipa para jogo: fez entrar Hélder Ferreira, Diaby e Marco Baixinho nos postos de Pedrinho, Maracás e Luiz Carlos.

    E antes de o técnico dos 'castores'  pensar no que o jogo podia dar dali para a frente, sofreu o quarto golo. Grande jogada de envolvimento atacante, com Fransérgio a descobrir Paulinho com um grande passe. O homem dos golos nessa noite, recebeu, viu bem Ricardo Horta que recebeu e atirou de primeira, fazendo o 4-0, aos 47 minutos. Mais uma grande entrada do SC Braga no jogo.

    Só dava Braga e Pepa, mais uma vez, tentou mexer na frente, trocando Douglas Tanque por  Denilson mas a grandes jogadas de perigo moravam na outra baliza. Trincão e Ricardo Horta foram trocando  a bola ao primeiro toque, até que esta chegou a Paulinho, que atirou por cima, aos 56. Aos 59 é Esgaio com um remate forte, por cima, em mais uma grande jogada dos arsenalistas. O resultado dava confiança, as jogadas fluíam com naturalidade.

    Já com Abel Ruiz no lugar de Palhinha nos minhotos e Zé Uilton no posto de João Amaral, o Paços de Ferreira vai reduzir pelo último, num lance onde é visível a passividade dos arsenalistas: Oleg centrou, Hélder Ferreira dominou e deixou em Zé Uilton que, perante a passividade de Fransérgio, disparou com pouco ângulo, com a bola a bater nas luvas de Matheus e a 'morrer' dentro das redes. O guardião minhoto podia ter feito mais.

    Artur Jorge lançou Galeno, João Novais e Rui Fonte para os dez minutos finais, nos lugares de Trincão, Paulinho e Ricardo Horta. Mas seria o Paços a estar perto do segundo, num remate de Bruno Santos à barra, após canto que Marco Baixinho desviou ao primeiro poste.

    Ainda haveria tempo para mais um golo, mas na baliza pacense: nova perda na saída de bola atrás, André Horta a deixar em Rui Fonte que serviu Galeno ao segundo poste para o 5-1, aos 89 minutos .

    Com esta vitória, a segunda consecutiva, a equipa bracarense está em quarto lugar, com 56 pontos, a três do Sporting, enquanto o Paços de Ferreira está em 13.º, com 34, mais sete que o Portimonense, primeira equipa em zona de despromoção.

    Carlos Pinto quer Desportivo de Chaves com plantel “muito forte” na II Liga sapo.pt 10/07 - Sexta, às 22:13

    O novo treinador do Desportivo de Chaves disse hoje que o emblema da II Liga de futebol está a preparar um plantel “muito forte” e que vai entrar em todos os jogos para ganhar na próxima temporada.

    “Definimos com a direção, porque estamos a falar de uma II Liga muito competitiva, entrar em todos os jogos para ganhar. Estamos confiantes e a trabalhar para que o Chaves tenha um plantel muito forte”, destacou Carlos Pinto, de 47 anos, durante a sua apresentação oficial.

    Carlos Pinto, que tinha sido oficializado como novo treinador do clube transmontano em 18 de maio, falou hoje perante os jornalistas numa conferência de imprensa ‘improvisada’, ao ar livre, devido às restrições causadas pela pandemia de covid-19.

    No regresso ao clube que já representou como jogador e treinador, o técnico, que na temporada passada orientou o Leixões, garantiu “empenho total” da equipa técnica e jogadores.

    “O Chaves vem de duas épocas em que as coisas não correram bem. Estamos a falar de um grande clube, que na época passada tinha o objetivo de subir de divisão e não correu muito bem”, apontou.

    Feliz pelo regresso, Carlos Pinto antecipou um segundo escalão “fortíssimo” na nova época, após já estar confirmada a descida do Desportivo das Aves.

    E mostrou-se também satisfeito com as contratações já garantidas para os flavienses, que começaram hoje com os treinos para a próxima temporada.

    “Estamos a trabalhar nas prioridades e já contratámos cinco prioridades. Continuamos no mercado para tornar o Chaves cada vez mais forte”, disse, adiantando que deverão ser contratados mais três ou quatro jogadores.

    Carlos Pinto pretende ainda que a equipa se identifique com as suas ideias e do clube.

    “Falamos da raça transmontana e se puder estar sempre dentro de campo juntamente com o que privilegio nas minhas ideias, fico satisfeito”, disse ainda.

    Com o futebol português a viver um momento diferente devido à pandemia de covid-19, o técnico lembrou que o segundo escalão saiu beneficiado, ao poder recolher informação de como estão a trabalhar os clubes da I Liga, que ainda estão em competição.

    O antigo médio representou o Desportivo de Chaves entre 2006 e 2010, sendo o capitão de equipa dos flavienses quando atingiram pela primeira e única vez uma presença na final da Taça de Portugal, em 2010, na derrota por 2-1 com o FC Porto.

    Como treinador, Carlos Pinto orientou os transmontanos em 2014/2015, época na II Liga em que o Desportivo de Chaves ficou perto de garantir a subida ao principal escalão, o que não se concretizou na última jornada.

    No regresso após cinco anos, o treinador natural de Paços de Ferreira confessou que aquele foi “um marco que ficou para a vida, mas que faz parte do futebol”.

    Nas últimas temporadas, Carlos Pinto assegurou a subida ao principal escalão ao serviço do Santa Clara, na época 2016/2017, e ao serviço do Famalicão, na temporada seguinte.

    COP lamenta falta de mecanismos para monitorizar crise no desporto sapo.pt 10/07 - Sexta, às 22:11

    O presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP) lamentou hoje a inexistência de mecanismos de monitorização na crise do desporto, devido à pandemia de covid-19, revelando que o período de confinamento penalizou de forma “muito significativa” tecido associativo.

    José Manuel Constantino falava à agência Lusa, em Lisboa, num centro de acolhimento, à margem de uma cerimónia de doação de bicicletas aos 25 refugiados menores acolhidos esta semana pela Cruz Vermelha Portuguesa (CVP).

    “Nós entendemos que as autoridades públicas deviam ter mecanismos de monitorização da situação, à semelhança de outros setores de atividade, como aconteceu na cultura, na indústria e no comércio, em que foi possível monitorizar os efeitos da crise nestes setores”, realçou.

    De acordo com o presidente do COP, há um défice no acompanhamento da situação e é urgente tomar uma atitude, adiantando que há países – como Alemanha, França e Espanha – que já têm respostas públicas para o problema que se vive no deporto.

    “Nós lamentamos que o desporto tenha ficado de fora, mas é preciso agora não esquecer. É preciso encontrar um pacote de medidas que procure minimizar ou reduzir o impacto que a situação está a ter no setor desportivo”, atentou, referindo que o COP não tem “possibilidade de ter uma avaliação rigorosa sobre quais são a consequências do ponto de vista financeiro, quantificação financeira, do facto das atividades estarão paralisadas”.

    À Lusa, José Manuel Constantino revelou ainda a existência de reuniões com Governo, no sentido de avaliar a situação desportiva nacional e discutir as medidas que devem ser adotadas face ao contexto pandémico.

    “O retomar das atividades não vai ser em linha com o que era a normalidade anterior, vai haver regras sanitárias que vão ser exigidas […]. Uma imprevisibilidade relativamente ao modo de como se podem retomar as atividades”, observou o dirigente, acrescentando que “ausência de resposta da parte das autoridades públicas cria um quadro de muita incerteza e de imprevisibilidade”.

    Apontando para os prejuízos no setor, desde março, José Manuel Constantino sustentou que os clubes deixaram de ter receitas e que muitas pessoas ficaram desempregadas, por as atividades estarem paradas.

    “Há todo um fluxo de receita que ajuda o tecido associativo de base que deixou de entrar. A ausência desta entrada traduz-se naturalmente em dificuldades acrescidas para a manutenção e sustentabilidade das estruturas”, frisou.

    Durante a tarde de hoje, os presidentes dos Comité Olímpico de Portugal (COP), Comité Paralímpico de Portugal (CPP) e Confederação do Desporto de Portugal (CDP) vão estar numa audiência com caráter de urgência, na comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto da Assembleia da República, para analisar a situação desportiva no país.

    No encontro, José Manuel Constantino, José Manuel Lourenço e Carlos Paula Cardoso, presidentes do Comité Olímpico de Portugal (COP), do Comité Paralímpico de Portugal (CPP) e da Confederação do Desporto de Portugal (CDP), respetivamente, analisaram as “condições da retoma da atividade desportiva em Portugal” e a “urgência da revisão da distribuição de verbas dos jogos sociais”.

    A pandemia de covid-19 já provocou 555 mil mortos e infetou mais de 12,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

    Em Portugal, morreram 1.644 pessoas das 45.277 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde (DGS).

    Resumo: Veja os melhores momentos do Sporting 1-0 Santa Clara sapo.pt 10/07 - Sexta, às 22:05

    Um golo solitário de Jovane Cabral, a meio do segundo tempo, valeu ao Sporting o regresso aos triunfos na I Liga portuguesa, depois do empate da ronda passada ante o Moreirense.

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    Luz verde para modalidades de pavilhão voltarem ao ativo: treinos arrancam a 1 de agosto zerozero.pt 10/07 - Sexta, às 21:44

    As modalidades de pavilhão já sabem quando voltam ao ativo. O dia 1 de agosto ficou definido como o arranque dos treinos sem restrições. A decisão foi alcançada entre as Federações, a Direção-Geral de Saúde e a Secretaria de Estado da Juventude e Desporto esta sexta-feira, como noticiado pelo jornal OJogo.

    Luz verde para modalidades de pavilhão voltarem ao ativo: treinos arrancam a 1 de agosto zerozero.pt 10/07 - Sexta, às 21:42

    As modalidades de pavilhão já sabem quando voltam ao ativo. O dia 1 de agosto ficou definido como o arranque dos treinos sem restrições. A decisão foi alcançada entre as Federações, a Direção-Geral de Saúde e a Secretaria de Estado da Juventude e Desporto esta sexta-feira, como noticiado pelo jornal OJogo.

    Luz verde para modalidades de pavilhão voltarem ao ativo: treinos arrancam a 1 de agosto zerozero.pt 10/07 - Sexta, às 21:41

    As modalidades de pavilhão já sabem quando voltam ao ativo. O dia 1 de agosto ficou definido como o arranque dos treinos sem restrições. A decisão foi alcançada entre as Federações, a Direção-Geral de Saúde e a Secretaria de Estado da Juventude e Desporto esta sexta-feira, como noticiado pelo jornal OJogo.  

    Luz verde para modalidades de pavilhão voltarem ao ativo: treinos arrancam a 1 de agosto zerozero.pt 10/07 - Sexta, às 21:39

    As modalidades de pavilhão já sabem quando voltam ao ativo. O dia 1 de agosto ficou definido como o arranque dos treinos sem restrições. A decisão foi alcançada entre as Federações, a Direção-Geral de Saúde e a Secretaria de Estado da Juventude e Desporto esta sexta-feira, como noticiado pelo jornal OJogo.

    Luz verde para modalidades de pavilhão voltarem ao ativo: treinos arrancam a 1 de agosto zerozero.pt 10/07 - Sexta, às 21:38

    As modalidades de pavilhão já sabem quando voltam ao ativo. O dia 1 de agosto ficou definido como o arranque dos treinos sem restrições. A decisão foi alcançada entre as Federações, a Direção-Geral de Saúde e a Secretaria de Estado da Juventude e Desporto esta sexta-feira, como noticiado pelo jornal OJogo.  

    Há quatro anos, o mundo português parou com o golo de Éder TSF 10/07 - Sexta, às 21:35

    Éder marcou o golo da vitória de Portugal na final do Euro2016. Seleção será detentora do título pelo menos mais um ano.